"God of War" é considerado uma das melhores franquias para os videogames da Sony. Lançado em 2005 para PlayStation 2, cativou os jogadores com sua violência, ação non-stop, alguns corpos nus e uma trilha sonora poderosa. Mas isso pode estar chegando ao fim, pois a companhia afirmou que "God of War III" será "a última entrada da série da franquia multimilionária".
A empresa diz que "fez avanços significativos em oferecer a sensação realista de estar nos campos de batalha de verdade". Além disto, os estúdios de Santa Monica da companhia anuncia que o jogo, o primeiro - e talvez o último - da série para o PlayStation 3, roda em um motor gráfico que oferecerá o quádruplo de resolução nas texturas em comparação ao episódio anterior, "God of War II", para PlayStation 2.
"Garanto que 'God of War' oferecerá o que os fãs esperam ansiosamente, e muito mais", disse Stig Asmussen, diretor de "God of War III". "Temos um grande legado para preencher, seguindo o sucesso dos 'God of War' anteriores".
Os games estão longe de ser um território estranho para Vin Diesel, que já apareceu "The Chronicles of Riddick: Escape from Butcher Bay", belo shooter lançado em 2004. Agora o ator repete a dose em "The Wheelman", baseado no filme de mesmo nome. Trata-se de um jogo ambientado em um mundo aberto e que, como o próprio nome sugere, é repleto de perseguições automobilísticas.
Ao escapar da polícia, após um assalto a banco, o jogador pode tentar despistá-la optando por rotas distintas que o jogo, cujo cenário é a cidade de Barcelona, assim como na telona, vai oferecer. Com isso, diferentes tentativas não precisam necessariamente ficar limitadas ao mesmo caminho.
Durante as perseguições, o jogador pode empregar algumas táticas sujas, como tentar jogar os adversários para fora da pista através de colisões laterais ou mesmo sacar uma arma e abrir fogo em pleno movimento. Neste caso, uma espécie de "bullet time" desacelera o tempo para ajudar a atingir os pneus alheios.
O modo Story oferece cerca de dez horas de jogatina, mas há diversas missões secundárias para prolongar a diversão - para se ter uma idéia da proporção, são 25 missões principais e 105 missões secundárias. Por outro lado, por enquanto um modo multiplayer está fora dos planos.
A Namco Bandai anunciou que vai lançar um jogo baseado no filme de Dragon Ball, que vai aos cinemas em 2009. O jogo será lançado para PSP em março de 2009 e provavelmente vai usar os personagens e enredo do filme para construir uma nova mecânica de jogo.O filme de Dragon Ball vai mostrar a saga de Goku em busca das esferas do dragão e na luta contra Piccolo, que será o vilão da película.
O Vídeo Game Awards é uma premiação anual que acontece nos Estados Unidos e elege os melhores jogos e destaques do ano. Na edição de 2008, que aconteceu no dia 14 de dezembro, o grande vencedor da noite foi Grand Theft Auto IV, que levou o título de Melhor Jogo do Ano.Veja a lista completa dos premiados:
MELHOR JOGO DO ANOGrand Theft Auto IV
MELHORES POR CONSOLESXBOX 360: Gears of War 2
PLAYSTATION 3: LittleBigPlanet
C: Left 4 Dead
Wii: Boom Blox
PORTÁTIL: Professor Layton and the Curious Village
MELHORES POR GÊNERO
Melhor jogo de esporte individual: Shaun White Snowboarding
Melhor jogo de luta: Soul Calibur IV
Melhor RPG: Fallout 3
Melhor shooter: Gears of War 2
Melhor jogo de esporte em grupo: NHL 09
Melhor jogo de ação: Grand Theft Auto IV
Melhor jogo de corrida: Burnout Paradise
Melhor jogo musical: Rock Band 2
Melhor jogo baseado em filme ou seriado de TV: LEGO Indiana Jones
OUTROS VENCEDORES
Estúdio do ano: Media Molecule
Melhor jogo multiplayer: Left 4 Dead
Melhor jogo independente: World of Goo
Destaque (Feminino): Jenny McCarthy
Destaque (Masculino): Kiefer Sutherland
Melhor Performance humana (Femino): Debbie Mae West
Melhor Performance humana (Masculino): Michael Hollick
Se você é daqueles que estava morrendo de saudades de King, Paul e companhia, então precisa de muita paciência. Essa semana, durante o Atari Live (feira anual de videogames que realizada em Londres), a empresa Namco Bandai anunciou para o final de 2009 o lançamento de Tekken 6, continuação de sua famosa série de luta em 3D. Ou seja, a espera que já dura quase 4 anos, ainda vai demorar mais 1 ano inteirinho para aparecer na nova geração de consoles (Xbox 360 e PS3).
Mas parece que toda essa espera vai valer à pena, pois Tekken 6 promete uma chuva de novidades, a começar pelo número de personagens: algo em torno de 40. Ainda tratando-se de lutadores, até o momento foram divulgados quatro novos: Leo, que vem da Alemanha; a misteriosa Zafina, uma muçulmana; o espanhol Miguel; e o americano Bob, que luta caratê freestyle, além de Lars Aleksanderson e Alyssa Boskonovich, improtados de "Bloodline Rebelllion". Resta saber quantos já estariam disponíveis para jogar e quantos precisariam ser habilitados.
Outra novidade que promete causar impacto é uma espécie de “chi”, que aparece quando o lutador quando fica com sua barra de energia baixa. Ao isso acontecer, chamas aparecem em suas mãos e com isso seus golpes ficam mais poderosos à medida que sua energia vai chegando ao fim. Além disso, os lutadores interagem com determinados objetos, como por exemplo, armas de fogo e até mesmo atirando sapatos no adversário. E como já foi feito em Soul Calibur, a Namco Bandai promete diversas roupas e acessórios para incrementar os personagens.
Um projeto do governo que visa aumentar a produção e o desenvolvimentos dos jogos no mercado brasileiros.Essa novo projeto teve início nesta segunda e terá um capítal inicial de 1 milhão de reais.
O governo já selecionou dez projetos para o ínicio dessa nova proposta que nesse momento visa a criação de jogos apenas demonstrativo.
A série Call of Duty voltou às origens. Assim como os três jogos anteriores a Call of Duty 4, o novo CoD 5: World at War vai ter como pano de fundo a Segunda Guerra Mundial, focando agora nas batalhas contra o Império Japonês ocorridas através do Oceano Pacífico. Além disso, um fase maior vai abordar a invasão da Alemanha pela União Soviética. Os produtores também prometem um jogo bem mais realista, com várias cenas que podem mesmo incomodar um pouco os mais sensíveis (como a ocasião em que um comandante japonês apaga o cigarro no olho de um prisioneiro antes de matá-lo).
World at War terá dois pacotes de conteúdo.
Activision comentou recentemente alguns de seus planos para World at War Diferente de Call of Duty 4, a intenção dos produtores é de disponibilizar pelo menos dois pacotes com conteúdo inédito para o game e se possível, até três. Apesar disso, a empresa promete surpreender os usuários: ''Não vai ser algo que nós fazemos tradicionalmente. Eu vou dar a isso um pouco de mistério'' afirmou Daniel Suarez, produtor executivo de World at War.
Apesar de não revelar completamente seus planos, o produtor já adiantou que a empresa não tem a intenção de disponibilizar conteúdo de Call of Duty 4 em World at War ou vice-versa, mesmo que ambos os jogos façam uso do mesmo engine gráfico. Especula-se que estes pacotes tragam não só novos mapas, mas também modos de jogo inédito, dando um gás ainda maior ao título no que diz respeito ao seu suporte multiplayer.
Prós e Contras.
Manter a jogabilidade e a aparência como um todo foi uma atitude louvável da Treyarch. O progresso da série continuou em World at War de maneira brilhante, pois a quantidade de adições transforma WaW em um legítimo jogo à parte, mas que respeita os seus antecessores em vários aspectos.
Dentre estas adições, vale mencionar, é claro, o novo modo cooperativo que suporta até quatro jogadores. Além disso, há o lança-chamas e o uso da baioneta das armas como ataque corpo-a-corpo. A história é espetacular e é complementada com a aparição de um modo multiplayer muito bom, seguindo a fórmula da franquia.
Mas o retorno do contexto de Segunda Guerra Mundial causou uma certa decepção em muitos fãs da série. Outro fator bastante criticado foi o surgimento de zumbis como uma forma de desafio, pois destoa um pouco do realismo apresentado.
Pode-se também constatar como "contra" que, mesmo sendo parte de uma franquia tradicional, World at War é exatamente igual a Modern Warfare em uma série de quesitos.
A Evolução nos Gráficos.
O site PCGH fez uma comparação com imagens de quatro títulos da série Call of Duty. Essa franquia se iniciou em 2003 utilizando uma engine empregada em um shooter de 1999 da id Software.
Call of Duty 2 se ambientou na segunda guerra mundial e utilizou uma engine própria utilizando intensamente o DX9, criando assim os gráficos mais realistas de 2005
Call of Duty 4: Modern Warfare trouxe a guerra para os tempos modernos com armas high-tech, visão noturna e helicópteros. Foi um enorme sucesso de vendas agradando em cheio os fãs da série.
Assim como os três jogos anteriores a Call of Duty 4, o novo CoD 5: World at War também teve como pano de fundo a Segunda Guerra Mundial, focando as batalhas contra o Império Japonês ocorridas através do Oceano Pacífico. Além disso, uma fase maior abordou a invasão da Alemanha pela União Soviética.
Grand Theft Auto IV é um sério candidato a jogo do ano, mas, no PC, o título foi lançado com vários erros, que vão de ausência de texturas até o travamento completo da máquina. A produtora Rockstar ainda não se manifestou sobre o problema, e, por ora, não existe nenhum patch de correção.
Muitos dos problemas estão bem documentados nos fóruns do Steam, o sistema de distribuição digital da Valve para PC, que também vende Grand Theft Auto IV.
No momento, os melhores drivers para o game, são os de versão 180.48 para as placas nVidia e o 8.11 para as da ATi. Problemas de textura e de som podem ser resolvidos, na maioria dos casos, ao reinstalar os drivers correspondentes.
Se o erro RMN40 acometer o usuário, a solução é instalar o Service Pack 3 do Windows XP. Já no caso do RMN20, deve-se instalar o Service Pack 1 do Windows Vista. O erro MMA10 é mitigado ao fazer um logout no Rockstar Social Club e se acontecer um erro fatal no Social Club, a resolução acontece com a instalação do .NET Framework v3.5 e seu Service Pack 1.
Sonho americano.
Grand Theft Auto IV conta a história de Niko Bellic, ex-criminoso do leste europeu que se muda para Liberty City, cidade inspirada em Nova York, para deixar sua vida bandida para trás. No entanto, os planos não saem conforme o previsto e Niko precisa enfrentar a máfia para ajudar seu primo Roman Bellic a saldar uma dívida com os marginais da cidade.
O título utiliza o motor gráfico Rage e a tecnologia de física Euphoria, garantindo melhores animações e reações dos personagens, efeitos de ambiente na grande metrópole e muito mais. Mantendo a tradição da série, o jogador poderá explorar uma gigantesca e detalhada área urbana, procurando missões paralelas - quase sempre bicos ilegais - ou até mesmo observando a vida na cidade virtual.
A franquia Tomb Raider passou por algumas metamorfoses, tanto boas quanto ruins. Teve a estréia no PlayStation 2 com o pavoroso Angel of Darkness, e teve a redenção e redescobrimento da série em Legend. Sendo assim, não foi nada surpreendente que o anúncio de Underworld, a aventura de Lara Croft na nova geração de consoles, causasse nos fãs da série um misto de medo e esperança.
Bom, folgo resignado em animá-los: o jogo é bastante agradável. Não é nem de longe um Uncharted: Drake's Fortune, ao contrário do que a Eidos estava pintando e criando o hype, mas ainda assim, é a essência de Tomb Raider, adaptada para os novos consoles. Jogabilidade precisa, inventiva, gráficos embasbacantes (e Lara mais deslumbrante do que nunca), sons ambientes perfeitamente reproduzidos, além de altamente coerentes com o ambiente em que se passa a partida.
O que faltou mesmo no jogo foi a sensação de imersão. Os cenários do jogo são constituídos de profundas ruínas e florestas obscuras, logo, a densidade dos ambientes pediria um esforço maior da produtora para fazer o jogador se sentir de fato dentro dos locais. Isso é um pecado, mas considerando todo o resto que TR: Underworld oferece, dá para fazer uma vista grossa.
A franquia Tomb Raider passou por algumas metamorfoses, tanto boas quanto ruins. Teve a estréia no PlayStation 2 com o pavoroso Angel of Darkness, e teve a redenção e redescobrimento da série em Legend. Sendo assim, não foi nada surpreendente que o anúncio de Underworld, a aventura de Lara Croft na nova geração de consoles, causasse nos fãs da série um misto de medo e esperança.
Underworld está loge de ser um jogo nota dez,mas contudo está bem agradável,com uma jogabilidade precisa e gráficos exelentes.A longo prazo,Underworld pode ser uma boa pedida para jogadores mais exigentes.Para os fãs da série,vale apena lembrar "Tomb Raider sempre será Tomb Raider".
A facilidade para ingressar nas corridas pode agradar alguns jogadores, já que não há necessidade de procurar por eventos no gigantesco mundo aberto de Undercover. O “ronco” dos motores é fiel a realidade, e os demais efeitos sonoros também deixam os ouvidos aguçados. Os veículos contam com belos detalhes.O jogo também conta com modos online que envolvem perseguições e corridas simples, ampliando a longevidade do título.
Contras:
Um gigantesco mundo aberto, mas sem qualquer incentivo à exploração. Os eventos do jogo não podem ser acessados ao percorrer pela cidade, mas somente ao pressionar a tecla TAB. A limitação do sistema de personalização pode deixar muitos jogadores decepcionados, pois algumas delas são simplesmente ridículas. Nem mesmo a atuação com atores reais escapou da tragédia de Undercover. As cenas são exageradas e genéricas, assim como boa parte do próprio jogo. Os ambientes são sem vida e não apresentam gráficos condizentes com a atual geração. Nada de pedestres e uma densidade de tráfico aceitável, o que nos leva a crer que a cidade de Undercover é inabitada.Existem poucas opções para multiplayer e a campanha para um só jogador é repetitiva e sem muitos desafios. Undercover é extremamente fácil e a jogabilidade pode não agradar nem mesmo aos fãs da franquia.
Do Auge a Decadência.
A velocidade e os videogames convivem juntos já há algum tempo. Desde os primórdios do entretenimento eletrônico, jogadores presenciam veículos em alta velocidade disputando corridas intensas. Seja nas ruas, em circuitos, com karts ou caminhões, o gênero é indelével em todas as plataformas.
Mas, quando nos referimos às corridas nas ruas, certamente uma franquia vem a nossa cabeça: Need for Speed. Originalmente lançado em 1994, o jogo conquistou jogadores do mundo todo com sua fórmula característica. No início, corredores tinham a sua disposição um jogo repleto de adrenalina e carros esportivos. O objetivo era simples, vencer corridas de rua sem ser pego pela polícia. Sem dúvidas, uma fórmula que cativou os fanáticos por corridas.
Contudo, após o lançamento de vários games com pequenas mudanças, Need for Speed sofreu uma de suas alterações mais radicais — e talvez a mais chamativa. Em 2003 o mundo dos games recebia Need for Speed: Underground, um jogo fortemente inspirado no filme Velozes e Furiosos. O resultado foi tão grandioso quanto o sucesso do filme, o que elevou a série a um novo patamar.
Após o sucesso do primeiro Underground, chegava então às prateleiras um segundo título com o mesmo nome. A recepção foi calorosa e tudo parecia ainda melhor com o lançamento de Most Wanted, em que a perseguição policial retornava às pistas. Entretanto, visando inovar, a Electronic Arts derrapou feio na pista com Need for Speed: Pro Street.
Todo o sentimento arcade, em que a jogabilidade distancia-se da realidade e visa apenas à diversão, foi deixado de lado. Pro Street apresentava aos jogadores um novo sistema de danos, odiado pela crítica, e também uma jogabilidade totalmente diferente dos outros jogos da franquia. E nada de polícia ou perseguições, aqui as corridas eram legalizadas.
A própria Electronic Arts admitiu que Pro Street havia se distanciado dos elementos característicos da franquia e resolveu voltar às origens. A empresa anunciou então Need For Speed: Undercover, um game que prometia retomar todos os elementos que consolidaram a franquia — incluindo a perseguição policial. Infelizmente, o jogo derrapa na maioria de seus atributos e parece ser como uma marcha ré na franquia.
Gráficos.
Os gráficos do jogo também não são nada cinematográficos. Os veículos até contam com certo nível de detalhes, mas o ambiente não apresenta muita vida — nada de cidades de neon, como acontecia em Underground. Os prédios contam com texturas flácidas, e parecem ter sido feitos de papelão. Não existem pedestres, o tráfico é baixo e nada lhe convence de que realmente existe vida neste local. Há também um exagerado filtro “blur” que incomoda e fornece a sensação de que estamos em outro planeta.
Não restam dúvidas de que Undercover não supera Most Wanted ou Underground. Uma execução pobre, com dezenas de problemas, faz do jogo simplesmente um título dispensável em uma época em que se pode contar com games como Burnout Paradise e até GRiD. Um mundo aberto e inútil, corridas fechadas e fáceis em um jogo que prometia retornar às origens de uma aclamada série, mas acabou sendo simplesmente dispensável e ruim.